Hospital Policlin - São José dos Campos (SP) — Prova 2018
Um rapaz de 27 anos entrou em coma (Glasgow 3) após hemorragia cerebral por ruptura de aneurisma. O intensivista da UTI realizou o 1° teste clínico para diagnóstico de morte encefálica e um neurocirurgião repetiu o teste 6 horas após, sendo ambos positivos para morte encefálica. A Central de Transplantes foi notificada e a notícia da morte foi transmitida para família pelo novo plantonista da UTI. O nefrologista da equipe da UTI entrevistou a família do rapaz solicitando a doação dos órgãos. O rapaz era solteiro e os pais concordaram com a doação dos órgãos. Foi realizada avaliação clínica, laboratorial e sorológica que considerou o paciente apto para doação de múltiplos órgãos sendo, então, encaminhado para arteriografia cerebral que confirmou a morte encefálica. A seguir, o corpo foi encaminhado ao bloco cirúrgico para a cirurgia de retirada de órgãos. No caso descrito, qual o procedimento eticamente incorreto?
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