Morte Encefálica e Doação de Órgãos: Aspectos Éticos

Hospital Policlin - São José dos Campos (SP) — Prova 2017

Enunciado

Um rapaz de 27 anos entrou em coma (Glasgow 3) após hemorragia cerebral de ruptura de aneurisma. O intensivista da UTI realizou o 1° teste clínico para diagnóstico de morte encefálica e um neurocirurgião repetiu o teste 6 horas após, sendo ambos positivos para morte encefálica. A central de transplantes foi notificada e a notícia da morte foi transmitida para a família pelo novo plantonista da UTI. O nefrologista da equipe UTI entrevistou a família do rapaz solicitando a doação de órgãos sendo, então, encaminhado para arteriografia cerebral que confirmou a morte encefálica. A seguir o corpo foi encaminhado para o bloco cirúrgico para a cirurgia de retirada dos órgãos. No caso descrito, qual o procedimento eticamente incorreto?

Alternativas

  1. A) A realização do 1° teste pelo intensivista e o 2° pelo neurocirurgião.
  2. B) A noticia da morte encefálica deve ser dada por uma pessoa, e a solicitação da doação deve ser realizada por outra pessoa diferente.
  3. C) A entrevista para a doação ser realizada por um médico ligado à equipe da UTI.
  4. D) A solicitação da doação antes da realização da arteriografia.
  5. E) Referi-se a “o corpo” antes da retirada dos órgãos.

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