HSJ - Hospital São Julião (MS) — Prova 2017
J.F.K., masculino, 28 anos, chega ao pronto socorro com trauma crânio-encefálico grave, sem qualquer comorbidade prévia. Após abordagem de neurocirurgia foi encaminhado ao CTI e na evolução do caso o paciente mostrou-se sem reflexos de tosse ou córneo-palpebral. Foi iniciado e concluído nos prazos corretos o protocolo que constatou diagnóstico de morte encefálica. Cerca de 20h após o paciente foi levado ao centro cirúrgico para procedimento de retirada de órgãos para doação sendo que nestas 20h há relato de instabilidade hemodinâmina com necessidade de drogas vasoativas associado à dificuldade de se manter estável o sódio do paciente. Qual o risco cirúrgico neste procedimento?
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