Mortalidade por Suicídio em Jovens: Panorama Brasil

SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2023

Enunciado

O Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveis no Brasil (2021-2030) destaca a transição epidemiológica tanto nas doenças crônicas e de seus fatores de risco e o crescimento das causas externas de morbimortalidade. Sobre o panorama da mortalidade por acidentes e violências no Brasil, é CORRETO afirmar que

Alternativas

  1. A) as lesões de trânsito representam a primeira causa de morte entre as causas externas, com maior ocorrência entre jovens e adultos de 15 a 39 anos.
  2. B) Em 2017, um estudo global sobre homicídios apresentou taxa de mortalidade, no qual maior parte das vítimas era do sexo masculino, aproximadamente 90%, com maior risco de morte na faixa etária de 35 a 50 anos de idade.
  3. C) em 2019, as agressões foram a quarta causa de morte de jovens de 15 a 29 anos.
  4. D) o suicídio constitui a segunda maior causa de mortes entre jovens de 15 a 29 anos de idade.
  5. E) em 2019, em 56% dos óbitos por quedas acidentais, a vítima era do sexo feminino.

Pérola Clínica

Suicídio é a 2ª maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil, destacando a importância da saúde mental.

Resumo-Chave

O suicídio representa uma grave questão de saúde pública, sendo a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil. Este dado ressalta a urgência de políticas públicas e intervenções focadas na saúde mental e prevenção do suicídio nessa faixa etária.

Contexto Educacional

O panorama da mortalidade por acidentes e violências no Brasil reflete uma complexa interação de fatores sociais, econômicos e de saúde. As causas externas de morbimortalidade representam um desafio significativo para a saúde pública, com um impacto desproporcional em certas faixas etárias, como os jovens. O Plano de Ações Estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveis (2021-2030) busca abordar essas questões de forma integrada, reconhecendo a importância da prevenção e do controle desses agravos. Entre as causas externas, o suicídio emerge como um problema de saúde pública de grande relevância, especialmente entre os jovens. Dados epidemiológicos mostram que o suicídio é a segunda maior causa de mortes na faixa etária de 15 a 29 anos no Brasil. Esse dado alarmante sublinha a necessidade de programas de prevenção do suicídio, promoção da saúde mental e acesso facilitado a serviços de apoio psicológico e psiquiátrico para essa população vulnerável. Compreender o perfil da mortalidade por causas externas é essencial para a formulação de políticas públicas eficazes. Isso inclui não apenas o suicídio, mas também as lesões de trânsito e os homicídios, que afetam predominantemente jovens e adultos jovens. A intervenção deve ser multifacetada, abrangendo desde a educação e conscientização até a melhoria da segurança pública e o fortalecimento da rede de atenção psicossocial, visando a redução de riscos individuais e populacionais e a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis.

Perguntas Frequentes

Qual a importância do Plano de Ações Estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveis (DCNT) no Brasil?

O Plano é crucial para guiar as políticas de saúde pública no Brasil, abordando a transição epidemiológica que inclui o aumento das DCNT e das causas externas de morbimortalidade. Ele estabelece metas e ações para reduzir a carga dessas condições, promovendo a saúde e prevenindo mortes prematuras.

Além do suicídio, quais outras causas externas contribuem significativamente para a mortalidade de jovens no Brasil?

Além do suicídio, as agressões (homicídios) e as lesões de trânsito são causas externas de grande impacto na mortalidade de jovens no Brasil. Essas causas refletem complexos problemas sociais e de segurança pública que afetam desproporcionalmente essa faixa etária.

Como a saúde mental se relaciona com a mortalidade por causas externas em jovens?

A saúde mental está intrinsecamente ligada à mortalidade por causas externas, especialmente o suicídio, que é frequentemente resultado de transtornos mentais não diagnosticados ou não tratados. Além disso, problemas de saúde mental podem aumentar a vulnerabilidade a situações de violência e comportamentos de risco, contribuindo para outros tipos de acidentes e violências.

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