SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2023
O Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveis no Brasil (2021-2030) destaca a transição epidemiológica tanto nas doenças crônicas e de seus fatores de risco e o crescimento das causas externas de morbimortalidade. Sobre o panorama da mortalidade por acidentes e violências no Brasil, é CORRETO afirmar que
Suicídio é a 2ª maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil, destacando a importância da saúde mental.
O suicídio representa uma grave questão de saúde pública, sendo a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil. Este dado ressalta a urgência de políticas públicas e intervenções focadas na saúde mental e prevenção do suicídio nessa faixa etária.
O panorama da mortalidade por acidentes e violências no Brasil reflete uma complexa interação de fatores sociais, econômicos e de saúde. As causas externas de morbimortalidade representam um desafio significativo para a saúde pública, com um impacto desproporcional em certas faixas etárias, como os jovens. O Plano de Ações Estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveis (2021-2030) busca abordar essas questões de forma integrada, reconhecendo a importância da prevenção e do controle desses agravos. Entre as causas externas, o suicídio emerge como um problema de saúde pública de grande relevância, especialmente entre os jovens. Dados epidemiológicos mostram que o suicídio é a segunda maior causa de mortes na faixa etária de 15 a 29 anos no Brasil. Esse dado alarmante sublinha a necessidade de programas de prevenção do suicídio, promoção da saúde mental e acesso facilitado a serviços de apoio psicológico e psiquiátrico para essa população vulnerável. Compreender o perfil da mortalidade por causas externas é essencial para a formulação de políticas públicas eficazes. Isso inclui não apenas o suicídio, mas também as lesões de trânsito e os homicídios, que afetam predominantemente jovens e adultos jovens. A intervenção deve ser multifacetada, abrangendo desde a educação e conscientização até a melhoria da segurança pública e o fortalecimento da rede de atenção psicossocial, visando a redução de riscos individuais e populacionais e a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis.
O Plano é crucial para guiar as políticas de saúde pública no Brasil, abordando a transição epidemiológica que inclui o aumento das DCNT e das causas externas de morbimortalidade. Ele estabelece metas e ações para reduzir a carga dessas condições, promovendo a saúde e prevenindo mortes prematuras.
Além do suicídio, as agressões (homicídios) e as lesões de trânsito são causas externas de grande impacto na mortalidade de jovens no Brasil. Essas causas refletem complexos problemas sociais e de segurança pública que afetam desproporcionalmente essa faixa etária.
A saúde mental está intrinsecamente ligada à mortalidade por causas externas, especialmente o suicídio, que é frequentemente resultado de transtornos mentais não diagnosticados ou não tratados. Além disso, problemas de saúde mental podem aumentar a vulnerabilidade a situações de violência e comportamentos de risco, contribuindo para outros tipos de acidentes e violências.
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