Hospital do Açúcar - Maceió (AL) — Prova 2015
Mais de 90% das mortes maternas são passíveis de prevenção. Porém, em nosso país, suas taxas permanecem elevadas. Aponte a afirmação CORRETA.
Mortalidade materna: 80% são causas obstétricas diretas, evitáveis.
A maioria das mortes maternas são por causas obstétricas diretas (hemorragias, pré-eclâmpsia, infecções), que são evitáveis com acesso e qualidade de pré-natal, parto e puerpério. A definição de mortalidade materna é até 42 dias pós-parto.
A mortalidade materna é um indicador crucial da saúde de uma população e da qualidade dos serviços de saúde. Apesar de ser amplamente evitável, as taxas permanecem elevadas em muitos países, incluindo o Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define mortalidade materna como a morte de uma mulher durante a gravidez ou dentro de 42 dias após o término da gravidez, por qualquer causa relacionada ou agravada pela gestação ou por sua gestão, excluindo causas acidentais ou incidentais. As causas de morte materna são classificadas em diretas e indiretas. As causas obstétricas diretas são aquelas resultantes de complicações obstétricas da gravidez, parto ou puerpério, ou de intervenções, omissões, tratamento incorreto ou de uma cadeia de eventos resultantes de qualquer uma dessas causas. Hemorragias (especialmente pós-parto), distúrbios hipertensivos (pré-eclâmpsia/eclâmpsia) e infecções (sepse puerperal) são as principais causas diretas e respondem por cerca de 80% das mortes maternas. As causas obstétricas indiretas são aquelas resultantes de doenças preexistentes ou que se desenvolveram durante a gravidez, não diretamente relacionadas a causas obstétricas, mas agravadas pelos efeitos fisiológicos da gestação (ex: cardiopatias, diabetes, doenças autoimunes). A prevenção da mortalidade materna passa pelo acesso universal a um pré-natal adequado, parto seguro e assistência qualificada no puerpério, com identificação e manejo precoce das complicações.
A mortalidade materna é definida como a morte de uma mulher durante a gravidez ou dentro de 42 dias após o término da gravidez, independentemente da duração e local da gestação, por qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por sua gestão, mas não por causas acidentais ou incidentais.
As principais causas de morte obstétrica direta incluem hemorragias (especialmente pós-parto), distúrbios hipertensivos da gravidez (pré-eclâmpsia/eclâmpsia), infecções (sepse puerperal) e aborto inseguro.
A prevenção envolve acesso universal a um pré-natal de qualidade, assistência ao parto segura e humanizada, planejamento familiar eficaz, e atendimento adequado no puerpério, com foco na identificação e manejo precoce de complicações.
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