UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2018
Na população brasileira masculina, considerando a faixa etária de 25 a 59 anos, as principais causas de morte são
Homens brasileiros 25-59 anos → principais causas de morte = causas externas.
Na população masculina brasileira em idade produtiva (25-59 anos), as causas externas (acidentes de trânsito, homicídios, suicídios) superam as doenças crônicas como principal fator de mortalidade, refletindo um grave problema de saúde pública e segurança.
A análise da mortalidade na população brasileira revela um perfil epidemiológico distinto para homens em idade produtiva (25 a 59 anos). Diferentemente de outras faixas etárias ou gêneros, onde doenças crônicas não transmissíveis predominam, para este grupo, as causas externas emergem como o principal fator de mortalidade. Este fenômeno é um reflexo complexo de questões sociais, econômicas e culturais. As causas externas englobam uma série de eventos, como acidentes de transporte (especialmente envolvendo motocicletas), homicídios e suicídios. A alta incidência desses eventos nessa faixa etária masculina está associada a fatores como maior exposição à violência urbana, comportamentos de risco (uso de álcool e drogas, direção perigosa) e menor procura por serviços de saúde preventivos. Compreender este padrão é crucial para o planejamento de políticas públicas de saúde e segurança. Intervenções devem focar na prevenção da violência, educação no trânsito, promoção da saúde mental e acesso a serviços de saúde que considerem as especificidades do público masculino, visando reduzir a morbimortalidade e aumentar a expectativa de vida saudável.
As principais causas externas incluem homicídios, acidentes de transporte terrestre (especialmente motocicletas) e suicídios, refletindo problemas sociais e de segurança pública.
A alta mortalidade por causas externas nessa faixa etária representa uma perda significativa de anos potenciais de vida produtiva, impactando a economia e a estrutura familiar, além de sobrecarregar os serviços de emergência.
Sim, há variações regionais significativas, com algumas regiões apresentando taxas mais elevadas de homicídios e acidentes, influenciadas por fatores socioeconômicos e urbanização.
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