UNIRIO/HUGG - Hospital Universitário Gaffrée e Guinle - Rio de Janeiro (RJ) — Prova 2015
Os níveis de mortalidade da população compreendida entre 15 e 29 anos vêm aumentando nos centros urbanos. Visando diminuir esta mortalidade, as ações governamentais devem estar centradas em:
Mortalidade jovem urbana (15-29 anos) ↑ → Foco em prevenção de mortes violentas e acidentes.
A principal causa de mortalidade na faixa etária de 15 a 29 anos em centros urbanos são as causas externas, como mortes violentas (homicídios) e acidentes (principalmente de trânsito). As ações governamentais devem, portanto, priorizar a prevenção desses eventos.
A análise dos perfis de mortalidade por faixa etária é crucial para o direcionamento das políticas de saúde pública. Na população jovem, especificamente entre 15 e 29 anos, observa-se uma predominância das chamadas "causas externas" nos centros urbanos. Estas incluem, principalmente, mortes por violência (homicídios) e acidentes de trânsito, que superam em muito as mortes por doenças infectocontagiosas ou crônicas. O aumento da mortalidade nessa faixa etária, impulsionado por esses fatores, representa um grave problema de saúde pública e social. As ações governamentais, portanto, devem ser estrategicamente centradas na prevenção dessas causas. Isso envolve uma abordagem multifacetada que inclui políticas de segurança pública, programas de redução da violência, educação para a paz, e intervenções para a segurança no trânsito. Além disso, é fundamental investir em programas sociais que ofereçam oportunidades de educação, trabalho e lazer para os jovens, bem como acesso a serviços de saúde mental. A prevenção de doenças infectocontagiosas e cardiovasculares, embora importantes, não são as prioridades absolutas para a redução da mortalidade nesse grupo etário específico, que é desproporcionalmente afetado por fatores sociais e ambientais relacionados à violência e acidentalidade.
As principais causas são as externas, incluindo homicídios, acidentes de trânsito (especialmente envolvendo motocicletas) e suicídios.
Ações eficazes incluem políticas de segurança pública, programas de redução da violência, educação para a paz, acesso a oportunidades de educação e trabalho, e programas de saúde mental.
A prevenção envolve fiscalização rigorosa, campanhas educativas sobre direção segura, melhoria da infraestrutura viária, e políticas de controle do consumo de álcool e drogas associado à direção.
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