SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2025
Qual a principal causa de mortalidade infantil?
Infecções (respiratórias e diarreicas) permanecem como principais causas globais de mortalidade infantil pós-neonatal.
Embora as causas perinatais dominem o período neonatal, as doenças infecciosas são historicamente as principais causas de óbito na infância em contextos de vulnerabilidade.
A mortalidade infantil é um indicador sensível das condições de vida e saúde de uma população. Ela é dividida em componente neonatal (precoce e tardio) e pós-neonatal. Globalmente, as infecções respiratórias agudas e as doenças diarreicas figuram entre as maiores causas de morte evitável em crianças. O controle dessas causas passa por políticas de saúde pública eficazes, incluindo o Programa Nacional de Imunizações (PNI), incentivo ao aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e melhoria do acesso ao atendimento pediátrico de urgência. O reconhecimento precoce de sinais de gravidade em quadros infecciosos é competência essencial do médico residente.
No Brasil, as causas perinatais (relacionadas ao parto e prematuridade) são as mais frequentes no período neonatal. No entanto, as infecções (especialmente respiratórias) e malformações congênitas também ocupam posições de destaque nas estatísticas de mortalidade infantil total.
Infecções como pneumonia, diarreia e sepse são causas evitáveis que impactam severamente a mortalidade, especialmente em regiões com saneamento precário e baixa cobertura vacinal. A imunização e o aleitamento materno são as principais intervenções para reduzir esses óbitos.
A mortalidade neonatal ocorre nos primeiros 27 dias de vida e está ligada a fatores biológicos e assistência ao pré-natal/parto. A pós-neonatal ocorre do 28º dia até 1 ano, sendo mais influenciada por fatores ambientais, nutricionais e infecciosos.
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