UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2020
O Ministério da Saúde propõe linhas de cuidados a atenção integral a criança para as doenças prevalentes na infância. Das doenças que constam na agenda de compromissos da saúde integral à criança e mortalidade infantil, escolha entre as opções abaixo a alternativa que tem menor impacto na mortalidade infantil:
Dermatoses têm menor impacto na mortalidade infantil comparado a diarreia e doenças respiratórias.
Dentre as doenças prevalentes na infância, as dermatoses geralmente possuem um impacto significativamente menor na mortalidade infantil em comparação com condições como diarreia, doenças respiratórias agudas e tétano neonatal, que são causas importantes de óbito em crianças.
A mortalidade infantil é um indicador crucial da saúde e do desenvolvimento de uma nação, refletindo a qualidade dos serviços de saúde e as condições socioeconômicas. As doenças prevalentes na infância, como diarreia e infecções respiratórias agudas (IRAS), continuam sendo as principais causas de óbito em crianças menores de cinco anos em muitas partes do mundo, incluindo o Brasil. O tétano neonatal, embora prevenível por vacinação materna, ainda representa um risco em áreas com baixa cobertura vacinal e condições de parto inadequadas. A agenda de compromissos da saúde integral à criança visa combater essas causas de alta mortalidade. As doenças diarreicas e as infecções respiratórias agudas são responsáveis por uma parcela significativa das mortes infantis, especialmente em países em desenvolvimento. A desidratação severa por diarreia e a insuficiência respiratória por pneumonia são complicações graves que exigem intervenção rápida e eficaz. O tétano neonatal, por sua vez, é uma doença grave e frequentemente fatal que afeta recém-nascidos, geralmente devido à contaminação do coto umbilical em partos sem higiene adequada e mães não imunizadas. Em contraste, as dermatoses, que são condições da pele, embora comuns na infância (como dermatite atópica, impetigo, escabiose), raramente são a causa direta de mortalidade infantil. A maioria das dermatoses pediátricas tem um curso benigno e responde bem ao tratamento, não levando a complicações sistêmicas que ameacem a vida da criança. Portanto, em termos de impacto na mortalidade infantil, as dermatoses possuem uma relevância significativamente menor quando comparadas às doenças diarreicas, respiratórias e ao tétano neonatal, que são alvos prioritários das políticas de saúde pública para a redução da mortalidade infantil.
As principais causas de mortalidade infantil globalmente e no Brasil incluem condições perinatais (prematuridade, asfixia), infecções respiratórias agudas (pneumonia), doenças diarreicas, malformações congênitas e desnutrição. O tétano neonatal, embora prevenível, ainda contribui em algumas regiões.
As dermatoses, embora comuns na infância, raramente são causas diretas de óbito. A maioria das condições dermatológicas pediátricas é benigna e tratável, não levando a complicações sistêmicas fatais, ao contrário das infecções respiratórias ou diarreicas graves.
O Ministério da Saúde atua através de programas como a Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI), campanhas de vacinação, incentivo ao aleitamento materno, saneamento básico, e acesso a serviços de saúde, visando prevenir e tratar as principais causas de óbito infantil.
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