CSNSC - Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo (RJ) — Prova 2016
Com relação à mortalidade infantil no Brasil, assinale a alternativa FALSA:
Mortalidade infantil no Brasil ↓, mas causas neonatais precoces são maioria dos óbitos.
A mortalidade infantil no Brasil tem apresentado declínio, mas ainda é um desafio de saúde pública. A maioria dos óbitos ocorre no período neonatal, especialmente nas primeiras 24 horas de vida, e as causas pós-neonatais ainda incluem doenças infecciosas e parasitárias, refletindo desigualdades sociais e acesso à saúde.
A mortalidade infantil é um importante indicador de saúde e desenvolvimento social de um país. No Brasil, apesar de uma queda progressiva nas últimas décadas, ainda persistem desafios e desigualdades regionais. O entendimento de suas causas e tendências é fundamental para a formulação de políticas públicas eficazes e para a prática clínica do residente. A maior parte dos óbitos infantis ocorre no período neonatal (primeiros 28 dias de vida), com destaque para as causas neonatais precoces (primeiros 7 dias), que estão frequentemente relacionadas à qualidade da assistência pré-natal, ao parto e ao cuidado imediato do recém-nascido. Prematuridade, baixo peso ao nascer, asfixia e infecções são as principais causas nesse período. No período pós-neonatal (28 dias a 1 ano), as doenças infecciosas e parasitárias, como diarreia e pneumonia, ainda desempenham um papel relevante, especialmente em populações mais vulneráveis. As taxas de mortalidade infantil são, de fato, maiores em populações rurais e em regiões com menor desenvolvimento socioeconômico, refletindo a necessidade de melhoria no acesso a saneamento básico, educação e serviços de saúde.
A principal fase da mortalidade infantil no Brasil é o período neonatal, especialmente a mortalidade neonatal precoce (primeiros 7 dias de vida), que concentra a maioria dos óbitos.
As principais causas de mortalidade neonatal precoce incluem prematuridade, baixo peso ao nascer, asfixia perinatal, malformações congênitas e infecções congênitas ou perinatais.
No período pós-neonatal, as doenças infecciosas e parasitárias, como diarreia e pneumonia, ainda representam uma parcela significativa dos óbitos, especialmente em regiões com saneamento básico deficiente e acesso limitado a serviços de saúde.
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