UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2017
No Brasil, a principal causa de mortalidade na faixa etária entre 15 e 18 anos é motivada por:
No Brasil, principal causa de mortalidade entre 15-18 anos = causas externas (acidentes, violências) em ambos os sexos.
A faixa etária entre 15 e 18 anos no Brasil é particularmente vulnerável a causas externas de mortalidade. Isso inclui acidentes de trânsito, homicídios e suicídios, que representam a principal carga de óbitos para ambos os sexos, refletindo desafios sociais e de saúde pública.
A análise das causas de mortalidade por faixa etária é fundamental para o planejamento de políticas de saúde pública. No Brasil, a transição epidemiológica trouxe mudanças significativas, e para a população jovem, especialmente entre 15 e 18 anos, as causas externas assumem um papel preponderante, sendo um tema recorrente em provas de residência e de grande impacto social. As causas externas englobam uma série de eventos não naturais, como acidentes de trânsito, homicídios, suicídios e outras violências. Esses eventos superam as doenças infecciosas, crônicas ou outras condições de saúde como principal fator de óbito nessa faixa etária, afetando ambos os sexos, embora com padrões específicos de ocorrência. Compreender essa realidade é crucial para profissionais de saúde, pois direciona a atenção para a prevenção de acidentes, combate à violência e promoção da saúde mental como pilares de intervenção. A abordagem deve ser multifacetada, envolvendo educação, segurança pública e acesso a serviços de saúde que atendam às necessidades específicas dos adolescentes.
As principais causas externas de mortalidade em adolescentes no Brasil incluem acidentes de transporte (especialmente motocicletas), homicídios e suicídios, que representam uma parcela significativa dos óbitos nessa faixa etária.
As causas externas são relevantes devido a fatores como maior exposição a situações de risco (trânsito, violência), comportamentos impulsivos, uso de álcool e drogas, e vulnerabilidade social, que contribuem para a alta incidência de acidentes e violências.
A saúde pública pode atuar com programas de educação para o trânsito, prevenção da violência e do uso de drogas, promoção da saúde mental e acesso a serviços de apoio psicossocial, além de políticas de segurança e urbanismo.
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