Acalasia Esofágica: Diagnóstico e Achados Manométricos
Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2020
Enunciado
Paciente de 48 anos, sexo masculino, morador da zona rural ao norte de Anápolis, comparece a consulta médica pela primeira vez queixando disfagia progressiva, tanto para líquidos quanto para sólidos, percebida sobretudo em região retroesternal. Refere episódios de tosse e engasgo à noite, interrompendo o sono. Apresenta ainda constipação intestinal crônica, que progrediu nos últimos dois anos. Diante da suspeita clínica, afirma-se:
Alternativas
A) o diagnóstico pode ser confirmado com endoscopia digestiva alta, que documenta, por visualização direta, a dismotilidade esofágica.
B) falta de relaxamento ou relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior e aperistalse do corpo esofágico são achados comuns na esofagomanometria.
C) um resultado negativo utilizando a fixação de complemento de Machado e Guerreiro exclui a possibilidade de acalasia de etiologia chagásica.
D) o alívio dos sintomas pode ser obtido com a combinação de nitratos, antagonistas dos canais de cálcio e pró-cinéticos.
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