IPSEMG - Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais — Prova 2025
Uma criança com suspeita de infecção por mononucleose apresenta fadiga intensa e linfadenopatia generalizada. Qual é o agente etiológico mais provável?
Mononucleose infecciosa → causada pelo Epstein-Barr vírus (EBV), manifesta-se com fadiga, febre, faringite e linfadenopatia.
A mononucleose infecciosa, classicamente conhecida como "doença do beijo", é causada pelo Epstein-Barr vírus (EBV). Seus sintomas típicos incluem fadiga intensa, febre, faringite exsudativa e linfadenopatia generalizada, especialmente cervical posterior.
A mononucleose infecciosa é uma síndrome clínica comum, especialmente em adolescentes e adultos jovens, embora possa afetar crianças. É classicamente conhecida como a "doença do beijo" devido à sua transmissão pela saliva. O agente etiológico mais provável e principal causador da mononucleose é o Epstein-Barr vírus (EBV), um membro da família Herpesviridae. A infecção primária por EBV pode ser assintomática em crianças pequenas, mas em adolescentes e adultos, frequentemente se manifesta com a síndrome de mononucleose. Os sintomas típicos da mononucleose incluem fadiga intensa e prolongada, febre, faringite exsudativa e linfadenopatia generalizada, que pode ser proeminente no pescoço. Outros achados comuns são esplenomegalia (aumento do baço) e, menos frequentemente, hepatomegalia. O diagnóstico é suspeitado clinicamente e confirmado por exames laboratoriais, como a presença de linfócitos atípicos no hemograma e o teste de anticorpos heterófilos (Monoteste). O manejo da mononucleose é principalmente de suporte, com repouso, hidratação e analgésicos/antipiréticos. É crucial orientar o paciente sobre a fadiga prolongada e evitar atividades físicas intensas, especialmente esportes de contato, devido ao risco de ruptura esplênica. O conhecimento detalhado sobre a etiologia, manifestações clínicas e manejo da mononucleose é fundamental para a prática pediátrica e para a aprovação em exames de residência.
Os sintomas clássicos incluem a tríade de febre, faringite exsudativa e linfadenopatia (especialmente cervical posterior), além de fadiga intensa, esplenomegalia e, ocasionalmente, hepatomegalia.
O diagnóstico laboratorial é feito pela presença de linfocitose atípica no hemograma e pela detecção de anticorpos heterófilos (teste de Paul-Bunnell ou Monoteste). Testes sorológicos específicos para EBV podem ser usados para confirmar.
As complicações mais comuns incluem ruptura esplênica (rara, mas grave), obstrução das vias aéreas superiores devido à hipertrofia linfática, hepatite, anemia hemolítica e, em casos mais raros, complicações neurológicas.
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