Mononucleose e Amoxicilina: Entenda o Rash Cutâneo

SMS Florianópolis - Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis (SC) — Prova 2022

Enunciado

João, 11 anos, é trazido ao Centro de Saúde (CS) pela mãe, Nilsa, na segunda pela manhã. Ela está preocupada, pois hoje João acordou com "manchas vermelhas na pele". A inspeção rápida, a pele está rosada, mas, ao toque, parece uma lixa fina, espalhada pelo tronco todo. Sua temperatura axilar é 38°C. Nota-se edema periorbitário bilateral. À oroscopia, exsudato em tonsilas, cor branco-acinzentada, com vermelhidão nas mucosas. Percebem-se linfonodos móveis, fibroelásticos, dolorosos à palpação e aumentados, em cadeias cervicais anterior e posterior. João apresenta estado geral regular, com queixa de cansaço, e não quis ir à escola. Na revisão da história clínica, a mãe refere que o menino iniciou com febre até 39°C, na terça anterior à noite, que persistiu até então. Quarta, queixou-se de dor de garganta e ínguas no pescoço, quando a mãe percebeu placas na garganta. Decidiu levá-lo à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do município, onde foi prescrita amoxicilina por 7 dias. Ela iniciou no dia seguinte o antibiótico. Como orientar a família em prescrições futuras?

Alternativas

  1. A) Contraindicar amoxicilina, devido ao risco de reações anafiláticas
  2. B) Prescrever amoxicilina normalmente, pois a reação exantemática não caracteriza uma alergia verdadeira
  3. C) Contraindicar toda a classe de penicilinas, pois é comum a reação ao grupo como um todo
  4. D) Prescrever amoxicilina associada a anti-histamínicos

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo