Monitorização Fetal no Parto: Ausculta Intermitente e CTG

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2020

Enunciado

Primigesta, 22 anos, com 41 semanas, internou no início da fase ativa da dilatação com contrações moderadas e perda de tampão mucoso. Sem outras queixas. Pré-natal sem intercorrências. Há 30 minutos, queixou-se de muita dor e solicitou analgesia farmacológica. Foi submetida à bloqueio combinado raqui-peridural. Reavaliação após analgesia: sinais vitais maternos normais, atividade uterina de 4 contrações moderadas de 40 segundos em 10 minutos. A avaliação da vitalidade fetal está demonstrada na cardiotocografia exibida abaixo (figura). Toque: colo fino, centrado, dilatado 8 cm, feto cefálico, em zero de DeLee, bolsa íntegra. Escolha a melhor conduta na assistência a este trabalho de parto.

Alternativas

  1. A) Realizar ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal.
  2. B) Promover corioamniorrexe artificial.
  3. C) Indicar resolução da gestação por cesárea.
  4. D) Instituir manobras de reanimação fetal.

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