Mola Hidatiforme Completa: Diagnóstico, Cariótipo e Risco

Universidade de Ribeirão Preto — Prova 2021

Enunciado

Mulher, 40 anos, G4P2A1, TA = 13 semanas, refere o sangramento vaginal com coágulos há 4 horas, acompanhado de dor hipogástrica em cólica de moderada intensidade. Apresenta náuseas e vômitos frequentes. Ao exame: BEG, eupneica, afebril, hipocorada (2+/4+), consciente e orientada. Ao exame: PA = 140x90mmHg. Abdome flácido, indolor, altura uterina = 18 cm, BCF = ausente, colo pérvio uma polpa, útero aumentado de volume e amolecido. Avalie e assinale a opção correta.

Alternativas

  1. A) Dentre as hipóteses diagnósticas, estão mola hidatiforme, polidrâmnio e abortamento completo.
  2. B) Na mola parcial, o cariótipo é geralmente diploide e tem menor chance de evoluir para coriocarcinoma que a mola completa.
  3. C) Esse pode ser um caso de mola hidatiforme completa, cujo cariótipo diploide favorece maior número de vilosidades e mais risco de coriocarcinoma.
  4. D) Não há necessidade de curetagem uterina nesse caso, e o tratamento será ambulatorial.
  5. E) Nesse caso, após o procedimento vácuo-aspiração e curetagem uterina, sempre há necessidade de tratamento complementar.

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