Uma paciente de 27 anos, com gravidez de 12 semanas, apresenta quadro de sangramento vaginal indolor e intermitente, com piora progressiva, intercalado com corrimento amarelado, sem odor e mesclado com sangue, mucosas descoradas, astenia, taquicardia e fundo do útero de consistência amolecida, palpável abaixo e próximo à cicatriz umbilical. Após a ultrassonografia recebeu o diagnóstico de gravidez molar. Com relação a essa neoplasia, é correto afirmar que:
Alternativas
A) A ultrassonografia transvaginal é o exame de escolha por alta capacidade no diagnóstico de mola hidatiforme no 1º trimestre de gestação.
B) Há relação direta entre o útero grande para a data da gravidez, a presença de cistos teca-luteínicos e o risco de malignidade
C) A maioria dos casos de mola hidatiforme é de evolução benigna.
D) A coexistência do feto com mola hidatiforme ocorre em cerca de 50% dos casos de neoplasia trofoblástica gestacional e não altera a capacidade de diagnóstico da ultrassonografia.
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