Mola Hidatiforme: Diagnóstico, Manejo e Seguimento Pós-Esvaziamento

UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2015

Enunciado

Gabriela, 30 anos, secundigesta, primípara, com 12 semanas de gestação apresenta quadro de sangramento vaginal de moderada quantidade. Ao exame físico, PA =120/80mmHg, FC = 84bpm, altura uterina = ao nível da cicatriz umbilical, especular saída de sangramento ativo em pequena quantidade, toque vaginal com colo pérvio para 1 polpa digital. A ultrassonografia apresentava útero preenchido por estrutura semelhante a "flocos de neve" entremeando múltiplas áreas anecoicas, ausência de feto, regiões anexiais sem alterações. BHCG = 35000 mUI/ml. Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas

  1. A) Gabriela tem o diagnóstico de mola hidatiforme parcial.
  2. B) A altura uterina é condizente com o atraso menstrual o que sugere um abortamento evitável.
  3. C) Devido à altura uterina é preferível a realização de curetagem com cureta fenestrada a vácuo-aspiração.
  4. D) Os valores de BHCG geralmente se negativam apenas 8 a 10 semanas após o esvaziamento uterino.
  5. E) Se Gabriela possuir metástase pela neoplasia trofoblástica gestacional de baixo risco, suas chances de cura são pequenas.

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