FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2021
Os sistemas de saúde são estruturados e mantidos por financiamento de recursos públicos e/ou privados, e possuem vários modelos, dentre os quais um deles visa a utilização tanto de recursos públicos quanto privados, nesse caso, por meio de contribuições sociais (compulsórias) vindas do trabalho formal. O modelo adequado descrito acima é:
Modelo previdencialista (Bismarck) = Financiamento por contribuições sociais compulsórias do trabalho formal.
O modelo previdencialista, também conhecido como Bismarck, é caracterizado pelo financiamento baseado em contribuições sociais compulsórias de trabalhadores formais e empregadores. Ele combina elementos públicos e privados, com a gestão frequentemente realizada por caixas de seguro doença.
Os sistemas de saúde globais são estruturados de diversas formas, cada uma com suas particularidades de financiamento, provisão e acesso. Compreender esses modelos é essencial para profissionais de saúde, pois influencia diretamente a organização dos serviços e a prática clínica. O modelo previdencialista, também conhecido como modelo Bismarck, é um dos principais arranjos, caracterizado por uma combinação de recursos públicos e privados. O financiamento do modelo previdencialista baseia-se em contribuições sociais compulsórias, geralmente provenientes do trabalho formal, onde empregados e empregadores contribuem para fundos de seguro-doença. Essas contribuições garantem o acesso a uma cesta de serviços de saúde para os contribuintes e seus dependentes. A gestão pode ser realizada por entidades públicas ou privadas, mas o acesso é vinculado à participação no mercado de trabalho formal. Este modelo contrasta com o universalista (Beveridge), financiado por impostos gerais e que busca cobertura universal baseada na cidadania, e com o modelo liberal, predominantemente privado. O modelo previdencialista busca garantir a proteção social aos trabalhadores, mas pode gerar exclusão para aqueles que não estão no mercado formal ou não podem arcar com as contribuições, sendo um ponto crítico para análise em saúde pública.
O financiamento no modelo previdencialista é baseado em contribuições sociais compulsórias, geralmente descontadas da folha de pagamento de trabalhadores formais e complementadas por contribuições dos empregadores.
O modelo previdencialista teve origem na Alemanha, com Otto von Bismarck no século XIX, visando garantir assistência médica aos trabalhadores e suas famílias, como forma de controle social e proteção.
Países como Alemanha, França, Bélgica e Japão são exemplos de nações que adotam predominantemente o modelo previdencialista, embora com variações e adaptações locais.
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