Mioma Submucoso: Manejo do Sangramento Uterino Agudo

IDPC/Dante Pazzanese - Instituto de Cardiologia (SP) — Prova 2025

Enunciado

Mulher, de 32 anos de idade, procura o pronto-socorro por sangramento vaginal volumoso há cerca de 6 meses, que se intensificou e se tornou abundante nas últimas duas semanas. Refere episódio de lipotímia em casa, com sensação de mal-estar frequente. É nuligesta e nega comorbidades. Ao exame físico, encontra-se lúcida e orientada, hipocorada 3+/4+, hidratada, anictérica, acianótica, com pressão arterial de 90x50mmHg, frequência cardíaca de 110bpm e frequência respiratória de 18irpm. No exame ginecológico, observa-se sangramento vaginal ativo ao exame especular, vermelho vivo, em moderada quantidade. Ao toque vaginal, o colo está móvel, indolor à mobilização, e o útero intrapélvico. Anexos não são palpáveis. Realizou a ultrassonografia transvaginal mostrada a seguir: Qual é a principal hipótese diagnóstica e qual é a conduta correta para esta paciente?

Alternativas

  1. A) Mioma uterino submucoso. Compensação clínica e hemodinâmica, anti-inflamatórios e antifibrinolíticos para cessar sangramento agudo, seguido de programação cirúrgica após estabilização.
  2. B) Mioma uterino submucoso. Internação hospitalar e conduta cirúrgica imediata, considerando quadro de sangramento vaginal ativo com repercussão hemodinâmica.
  3. C) Pólipo endometrial. Polipectomia histeroscópica imediata para cessar fonte de sangramento e compensação clínica e hemodinâmica depois.
  4. D) Pólipo endometrial. Compensação clínica e hemodinâmica, anti-inflamatórios e antifibrinolíticos para cessar sangramento agudo, seguido de programação cirúrgica após estabilização.

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