Famema/HCFMM - Faculdade de Medicina de Marília (SP) — Prova 2020
A conduta frente aos miomas deve levar em conta vários elementos, como a idade da paciente, os sintomas e o interesse em preservar a fertilidade.Frente a essa doença, é correto afirmar que:
Miomas assintomáticos → conduta expectante; tratamento só se sintomáticos ou impactando fertilidade.
A conduta para miomas uterinos é individualizada, considerando sintomas, idade da paciente e desejo de gestação. Miomas assintomáticos geralmente não requerem intervenção, sendo a conduta expectante a mais adequada.
Miomas uterinos, também conhecidos como leiomiomas, são os tumores benignos mais comuns do trato genital feminino, afetando uma grande proporção de mulheres em idade reprodutiva. Embora a maioria seja assintomática, podem causar sangramento uterino anormal, dor pélvica, sintomas compressivos e, em alguns casos, infertilidade. A abordagem terapêutica é altamente individualizada. A decisão sobre a conduta frente aos miomas deve considerar múltiplos fatores, como a idade da paciente, a presença e severidade dos sintomas, o desejo de preservar a fertilidade e o tamanho e localização dos miomas. Para miomas assintomáticos, a conduta expectante, com monitoramento regular, é a abordagem mais recomendada, evitando intervenções desnecessárias. Quando o tratamento é necessário, as opções variam desde abordagens medicamentosas até procedimentos cirúrgicos ou minimamente invasivos. A miomectomia é preferível para mulheres que desejam manter a fertilidade, enquanto a histerectomia é uma opção definitiva para mulheres sem desejo reprodutivo e com sintomas graves. A embolização da artéria uterina é uma alternativa para casos selecionados, oferecendo uma opção menos invasiva.
Miomas uterinos precisam ser tratados quando causam sintomas como sangramento uterino anormal, dor pélvica, compressão de órgãos adjacentes ou quando estão associados à infertilidade, dependendo de sua localização e tamanho.
Para miomas assintomáticos, a conduta mais adequada é a expectante, com acompanhamento clínico e ultrassonográfico regular, sem necessidade de intervenção ativa.
As opções de tratamento incluem conduta expectante, tratamento medicamentoso (agonistas de GnRH, moduladores de receptores de progesterona), miomectomia (cirurgia para remover o mioma), histerectomia (remoção do útero) e embolização da artéria uterina.
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