Mielopatia HTLV-1: Diagnóstico em Paraparesia Espástica

Centro Universitário FMABC — Prova 2024

Enunciado

Mulher de 42 anos apresenta história de 6 meses de fraqueza progressiva nas pernas, evoluindo com retenção urinária. Ela é HIV negativa e não tem história prévia de disfunção neurológica. O histórico familiar não é digno de nota. Ao exame físico: há paraparesia espástica. A ressonância magnética do encéfalo e da medula espinhal não mostra nenhuma anormalidade significativa. A análise do líquido cefalorraquidiano revela pleocitose linfocítica leve (26 células/mm3) e 5 bandas oligoclonais únicas. Nessa paciente, o próximo passo diagnóstico mais adequado é:

Alternativas

  1. A) pedir testes genéticos para paraplegia espástica hereditária.
  2. B) pedir a adenosina deaminase no líquor. 
  3. C) solicitar sorologia para esquistossomose.
  4. D) solicitar a pesquisa do HIV por PCR (carga viral).
  5. E) solicitar sorologia para vírus linfotrópico T humano.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo