Microcefalia Congênita: Diagnóstico e Investigação Etiológica

HU-FMJ - Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP) — Prova 2021

Enunciado

Adolescente, 17 anos, IIIG, IIP, pré-natal sem intercorrências até que, na 16a semana de gestação, refere ter tido episódio isolado de febre baixa, olhos vermelhos, muita dor no corpo, associada ao exantema pruriginoso, atribuída como uma alergia na pele. Evoluiu bem, recuperada e não apresentava erupção cutânea durante a convalescença. Teve parto normal, sem intercorrência. Nasceu um recém nascido a termo, sexo feminino, 38 sem com 2470 g, comprimento 47 cm, Apgar de 9 e 10, aparentemente saudável na avaliação sumária realizada na sala de parto. O maior perímetro cefálico observado nas três aferições foi de 30,5 cm (Score z = –3,1). Sobre o perímetro cefálico deste caso, pode-se afirmar:

Alternativas

  1. A) Trata-se de um caso de microcefalia leve.
  2. B) As aferições do PC devem ser realizadas nas primeiras seis horas de vida para minimizar erros de aferição.
  3. C) A microcefalia determinará problemas para o futuro desta criança com alterações motoras e/ou mentais.
  4. D) Se não houvesse a presença de microcefalia, seria esperado um incremento do perímetro cefálico mensal de 1 cm no primeiro trimestre; 0,5 cm no segundo e terceiro trimestres.
  5. E) A aferição do perímetro cefálico dos pais deve ser realizada para afastar microcefalia de constituição familiar, e exames de neuroimagem, líquor e sorologia, para determinar possível causa infecciosa.

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