SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2025
Sobre a investigação e diagnóstico da Miastenia Gravis (MG) o Ministério da Saúde do Brasil recomenda:
Diagnóstico MG → Investigar Timo (TC Tórax) para excluir Timoma.
Confirmado o diagnóstico de Miastenia Gravis, é mandatória a investigação de patologias associadas, especialmente o timoma, através de exames de imagem do mediastino.
A Miastenia Gravis (MG) é uma doença autoimune da junção neuromuscular caracterizada por fraqueza muscular flutuante e fadiga. O diagnóstico baseia-se na clínica (ptose, diplopia, fraqueza proximal) e é apoiado por testes de anticorpos e estudos eletrofisiológicos. O Ministério da Saúde do Brasil preconiza que, após a confirmação diagnóstica, deve-se realizar uma investigação sistêmica. A tomografia computadorizada ou ressonância magnética de tórax é essencial para avaliar o mediastino anterior em busca de timoma ou hiperplasia tímica. Além disso, devido à natureza autoimune, deve-se rastrear outras condições associadas, como doenças da tireoide e lúpus eritematoso sistêmico.
O achado clássico na estimulação nervosa repetitiva é o decremento (redução) da amplitude do potencial de ação muscular composto (PAMC) superior a 10% entre o primeiro e o quarto/quinto estímulo.
Cerca de 10% a 15% dos pacientes com Miastenia Gravis possuem um timoma (tumor do timo), e a maioria apresenta hiperplasia tímica. A identificação é crucial, pois a timectomia é indicada no tratamento.
Não. Embora a presença de anticorpos anti-AchR ou anti-MuSK confirme o diagnóstico, seus títulos séricos não guardam correlação direta com a gravidade dos sintomas ou com a resposta ao tratamento.
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