HSLRP - Hospital São Luiz Rede D'Or Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
Qual método contraceptivo é mais indicado para uma mulher que não deseja utilizar hormônios?
DIU de cobre = método contraceptivo não hormonal de alta eficácia e longa duração.
O DIU de cobre é uma excelente opção para mulheres que buscam contracepção eficaz e de longa duração sem o uso de hormônios. Ele atua provocando uma reação inflamatória local no útero, que é espermicida e impede a fertilização, sendo reversível e com poucos efeitos sistêmicos.
A escolha do método contraceptivo é uma decisão importante no planejamento familiar, e a oferta de diversas opções permite que a mulher encontre o método mais adequado às suas necessidades e preferências. Para aquelas que desejam evitar hormônios, existem alternativas eficazes que devem ser bem compreendidas pelos profissionais de saúde. O Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre é um dos métodos contraceptivos não hormonais mais eficazes e de longa duração disponíveis. Ele atua liberando íons de cobre que induzem uma reação inflamatória local no endométrio, tornando o ambiente uterino hostil aos espermatozoides e impedindo a fertilização. Sua eficácia é comparável à da laqueadura tubária, com a vantagem de ser reversível. Outros métodos não hormonais incluem os métodos de barreira (preservativos masculino e feminino, diafragma), métodos comportamentais (tabelinha, muco cervical) e a laqueadura tubária. É fundamental que o médico conheça as características, vantagens, desvantagens e contraindicações de cada método para oferecer um aconselhamento completo e personalizado, auxiliando a paciente na tomada de decisão informada.
O DIU de cobre atua liberando íons de cobre que criam um ambiente inflamatório estéril no útero, tóxico para espermatozoides e óvulos, impedindo a fertilização e a implantação. Ele não interfere na ovulação, mas impede a concepção.
As vantagens incluem a ausência de efeitos colaterais hormonais sistêmicos, longa duração de ação (até 10 anos), alta eficácia, reversibilidade imediata após a remoção e a possibilidade de ser usado durante a amamentação.
Os efeitos colaterais mais comuns são aumento do fluxo menstrual e cólicas, especialmente nos primeiros meses após a inserção. Em casos raros, podem ocorrer perfuração uterina, expulsão ou infecção pélvica, embora esta última seja rara após o primeiro mês.
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