FMC/HEAA - Faculdade de Medicina de Campos - Hospital Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2021
Sobre o adenocarcinoma gástrico, dentre as cadeias linfonodais abaixo, qual é o sítio mais frequente de metástases linfonodais?
Adenocarcinoma gástrico: linfonodos da artéria gástrica esquerda são o sítio mais frequente de metástases.
A compreensão da drenagem linfática do estômago é crucial para o estadiamento e planejamento cirúrgico do adenocarcinoma gástrico. A cadeia linfonodal da artéria gástrica esquerda (grupo 7) é a mais acometida, sendo um alvo importante na linfadenectomia.
O adenocarcinoma gástrico é uma neoplasia maligna com alta morbimortalidade, sendo a terceira causa de morte por câncer no mundo. A disseminação linfonodal é um fator prognóstico crucial, e a compreensão da anatomia da drenagem linfática é essencial para o estadiamento e tratamento adequados. A cadeia linfonodal da artéria gástrica esquerda (grupo 7) é reconhecida como um dos sítios mais frequentes de metástases, refletindo a via de disseminação inicial da doença. A identificação e ressecção desses linfonodos são parte integrante da linfadenectomia D2, padrão ouro na cirurgia curativa.
As cadeias linfonodais perigástricas (grupos 1-6) e as cadeias ao longo dos vasos principais (grupos 7-12) são cruciais. A cadeia da artéria gástrica esquerda (grupo 7) é frequentemente a mais acometida por metástases.
A artéria gástrica esquerda irriga a pequena curvatura e a cárdia, regiões comuns de origem do adenocarcinoma. Sua cadeia linfonodal é a primeira a receber drenagem de grande parte do estômago, tornando-a um alvo primário para disseminação metastática.
A linfadenectomia é fundamental para o estadiamento preciso da doença e para a remoção de linfonodos metastáticos, o que impacta diretamente o prognóstico e a sobrevida do paciente. A linfadenectomia D2 é o padrão ouro para câncer gástrico ressecável.
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