Meta LDL Colesterol em Alto Risco: Estratégias Terapêuticas

UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2019

Enunciado

Leia o caso clínico a seguir. Homem de 53 anos, hipertenso e diabético, com antecedente de angioplastia há dois anos em duas coronárias. Mesmo em uso de AAS 100 mg/dia, atorvastatina 40 mg/dia e atenolol 25 mg duas vezes ao dia, apresenta os seguintes exames laboratoriais: colesterol total 200 mg/dl; HDL 50 mg/dl; triglicerídeos 180 mg/dl; LDL 114 mg/dl; glicemia de jejum 150 mg/dl; HbA1c 7,4%. Considerando a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose - 2017, realizada pelo Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC-DA) em conjunto com Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a meta de LDL colesterol para este paciente prevê a seguinte terapêutica:

Alternativas

  1. A) O uso do ezetimiba é uma alternativa em acréscimo à dose máxima tolerada de estatina, caso as metas de LDL não sejam alcançadas.
  2. B) O dobro da dose de atorvastatina será o suficiente para alcançar a meta de LDL.
  3. C) O uso de fenofibrato deve ser iniciado, caso as metas de LDL colesterol não sejam alcançadas, já que o paciente apresenta níveis de triglicerídeos acima do alvo de 150 mg/dl.
  4. D) O uso de estatinas poderia ser dispensado, caso o paciente apresentasse o nível de LDL colesterol < 50 mg/dl.

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