Meningoencefalite Bacteriana Pediátrica: Diagnóstico e HIC

UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Escolar, 10 anos, previamente hígido é levado à emergência sonolento, com história de febre (38.5°C), cefaleia e vômitos há três dias. Exame físico: sinais de Kerning e Brudzinski positivos, escala de coma de Glasgow = 10. Enquanto aguarda o resultado dos exames, apresenta crise convulsiva, seguido de torpor, bradicardia e hipertensão arterial. Exame do líquor: 200 células/mm³; 90% polimorfonucleares; 10% mononucleares; proteína = 100 mg/dl; glicose = 20 mg/dl. Nesse momento, a hipótese diagnóstica mais provável e a consequente evolução são, respectivamente:

Alternativas

  1. A) Meningoencefalite bacteriana e hipertensão intracraniana.
  2. B) Meningoencefalite viral, convulsão febril.
  3. C) Meningite viral e hipertensão intracraniana.
  4. D) Meningite bacteriana e epilepsia.

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