Meningococcemia: Diagnóstico e Conduta no Choque Séptico

Faculdade de Medicina Nova Esperança — Prova 2026

Enunciado

Um menino de 6 anos, previamente hígido, é levado ao pronto-socorro com febre alta há 12 horas, associada à cefaleia intensa, vômitos e prostração. Nas últimas 2 horas, surgiram manchas arroxeadas em membros inferiores, que não desaparecem à digitopressão. No exame físico, encontra-se com estado geral grave, sonolento, acianótico, perfusão periférica lentificada, extremidades frias. Temp.: 39,5 °C. Saturação de O₂: 94% em ar ambiente, FC 150 bpm, FR 32 irpm, PA 70x40 mmHg. Ausculta pulmonar sem ruídos adventícios. Pele com petéquias e púrpura em membros inferiores e tronco. Rigidez de nuca: ausente. Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial imediata para esse paciente?

Alternativas

  1. A) Meningite bacteriana aguda; realizar punção lombar de urgência antes de iniciar antibióticos.
  2. B) Choque anafilático; administrar adrenalina intramuscular e corticoide oral.
  3. C) Leucemia aguda; indicar transfusão de plaquetas antes de exames complementares.
  4. D) Púrpura trombocitopênica imune (PTI); iniciar imunoglobulina intravenosa.
  5. E) Sepse meningocócica (meningococcemia); iniciar antibioticoterapia endovenosa imediata associada à expansão volêmica com cristaloides.

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