UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2020
Idosa de 68 anos, hipertensa e tabagista, dá entrada na emergência com sonolência e febre alta. Segundo familiares, há três dias, a paciente vinha se queixando de cefaleia holocraniana e estado febril. No dia da admissão, a paciente estava sonolenta e evoluiu com episódio autolimitado de convulsões generalizadas. Ao exame, verificou-se rebaixamento do nível de consciência, febre alta (39ºC), rigidez de nuca (apenas à flexão) e sinais de Kernig e Brudzinski. A punção lombar deu saída a líquor (LCR) turvo com pressão aumentada, pleocitose intensa (> 1.000 leucócitos/mm³ , sendo 80% polimorfonucleares), elevada proteinorraquia (100mg/dL) e hipoglicorraquia (32mg/dL). Iniciou-se vancomicina, ceftriaxona, ampicilina e dexametasona. O provável patógeno bacteriano envolvido e o fator de risco que justificam a associação de ampicilina ao esquema antibiótico, respectivamente, são:
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