CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2008
Meningiomas são tumores orbitários que podem acometer a asa maior do esfenoide ou o nervo óptico. Histologicamente os meningiomas são constituídos por células:
Meningiomas se originam de células meningoteliais da camada aracnoide.
Os meningiomas são tumores derivados das células da aracnoide, podendo envolver o nervo óptico primariamente ou invadir a órbita a partir do osso esfenoide.
Meningiomas são neoplasias geralmente benignas, mas de comportamento localmente agressivo na órbita. Histologicamente, caracterizam-se por ninhos de células meningoteliais, muitas vezes formando redemoinhos (whorls) e corpos psamomatosos (calcificações concêntricas). Clinicamente, o paciente apresenta a tríade clássica: perda visual progressiva, atrofia óptica (ou edema de papila) e vasos colaterais optociliares. O diagnóstico diferencial com glioma de nervo óptico é crucial, especialmente em crianças, onde o glioma é mais prevalente, enquanto o meningioma é mais comum em mulheres de meia-idade.
Eles se originam das células meningoteliais presentes na camada aracnoide que envolve o nervo óptico. Como o nervo óptico é uma extensão do sistema nervoso central, ele é revestido pelas três meninges, e o tumor cresce dentro do espaço subaracnóideo, comprimindo o nervo.
O meningioma primário nasce da bainha do próprio nervo óptico. O secundário (mais comum) origina-se das meninges intracranianas, frequentemente da asa do esfenoide, e invade a órbita através do canal óptico ou da fissura orbitária superior.
Na tomografia ou ressonância, o meningioma da bainha do nervo óptico frequentemente apresenta o sinal do 'trilho de trem' (tram-track sign), onde a bainha calcificada ou realçada pelo contraste envolve o nervo óptico radiolucente central.
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