UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2023
O MELD (Model for End-stage Liver Disease) é um índice baseado em alguns dados clínicos do paciente adulto e é usado para definir a inscrição do paciente na fila de transplante hepático. OS EXAMES NECESSÁRIOS PARA O CÁLCULO DO MELD SÃO:
MELD = Bilirrubina Total + RNI (INR) + Creatinina.
O escore MELD (Model for End-stage Liver Disease) é uma ferramenta prognóstica crucial para pacientes com doença hepática terminal, utilizada para priorizar a alocação de órgãos para transplante hepático. Ele reflete a gravidade da disfunção hepática e renal, sendo calculado a partir dos valores de bilirrubina total, RNI (International Normalized Ratio) e creatinina sérica.
O MELD (Model for End-stage Liver Disease) é um sistema de pontuação prognóstica desenvolvido para avaliar a gravidade da doença hepática terminal e prever a sobrevida em 90 dias. Sua importância é inegável na medicina moderna, especialmente na área de hepatologia e transplantes, pois se tornou o principal critério para a alocação de órgãos na fila de transplante hepático em muitos sistemas de saúde, incluindo o brasileiro. Isso garante uma distribuição mais justa e baseada na necessidade clínica dos pacientes. O cálculo do MELD é objetivo e baseia-se em três parâmetros laboratoriais facilmente acessíveis: bilirrubina total, RNI (International Normalized Ratio) e creatinina sérica. A bilirrubina total reflete a capacidade do fígado de conjugar e excretar a bilirrubina, sendo um marcador de disfunção hepática. O RNI avalia a capacidade de síntese hepática de fatores de coagulação, indicando a função sintética do órgão. A creatinina sérica é um marcador da função renal, que frequentemente se deteriora em pacientes com doença hepática avançada devido à síndrome hepatorrenal. Um escore MELD mais alto indica maior gravidade da doença e, consequentemente, maior prioridade para o transplante. É crucial para residentes e profissionais de saúde entenderem a relevância desses exames e a forma como eles se integram para fornecer uma avaliação abrangente do paciente com doença hepática crônica. A correta interpretação e cálculo do MELD são passos fundamentais no manejo desses pacientes, desde a indicação para a fila de transplante até o acompanhamento pós-transplante.
O MELD (Model for End-stage Liver Disease) é um sistema de pontuação que avalia a gravidade da doença hepática terminal e prevê a mortalidade em 90 dias. Ele é amplamente utilizado para priorizar pacientes na fila de transplante hepático, garantindo que os órgãos sejam alocados para aqueles com maior necessidade.
Os exames laboratoriais essenciais para o cálculo do MELD são a bilirrubina total (que reflete a função de excreção hepática), o RNI (International Normalized Ratio, que avalia a função de síntese hepática de fatores de coagulação) e a creatinina sérica (que indica a função renal, frequentemente comprometida na doença hepática avançada).
O escore MELD é o principal critério para a alocação de fígados para transplante em muitos países, incluindo o Brasil. Pacientes com escores MELD mais altos têm maior prioridade na fila, pois apresentam maior risco de mortalidade em curto prazo sem o transplante.
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