HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2025
O MELD (model of end stage liver disease) é um escore prognostico utilizado para avaliar a gravidade de doença hepática e e utilizado para alocação de órgãos para transplante apesar de possuir algumas limitações. Esse escore utiliza como critérios:
MELD = Bilirrubina + Creatinina + INR.
O escore MELD (Model for End-Stage Liver Disease) é uma ferramenta prognóstica utilizada para avaliar a gravidade da doença hepática crônica e priorizar pacientes para transplante hepático. Ele utiliza três parâmetros laboratoriais: bilirrubina sérica, creatinina e INR.
O MELD (Model for End-Stage Liver Disease) é um escore prognóstico amplamente utilizado na hepatologia para avaliar a gravidade da doença hepática crônica e auxiliar na decisão de transplante hepático. Desenvolvido inicialmente para prever a sobrevida de pacientes submetidos a TIPS, o MELD tornou-se a principal ferramenta para alocação de órgãos para transplante, priorizando os pacientes com maior risco de mortalidade. O cálculo do MELD é baseado em três parâmetros laboratoriais objetivos: bilirrubina sérica, creatinina sérica e International Normalized Ratio (INR). A bilirrubina reflete a capacidade do fígado de excretar substâncias, a creatinina avalia a função renal (frequentemente comprometida na doença hepática avançada) e o INR mede a capacidade de síntese de fatores de coagulação pelo fígado. Embora o MELD seja uma ferramenta valiosa, ele possui algumas limitações e não reflete completamente a complexidade da doença hepática. Outros fatores, como ascite refratária, encefalopatia hepática grave ou carcinoma hepatocelular, podem justificar pontos adicionais (MELD especial) para priorização no transplante. O residente deve compreender a importância e as nuances do MELD para o manejo adequado de pacientes com doença hepática avançada.
O escore MELD é utilizado para estimar a sobrevida de pacientes com doença hepática crônica avançada e para priorizar a alocação de órgãos para transplante hepático, baseando-se na gravidade da disfunção hepática.
Os componentes do cálculo do MELD são a bilirrubina sérica (reflete a função de síntese e excreção hepática), a creatinina sérica (reflete a função renal, que pode ser afetada na doença hepática) e o INR (reflete a função de síntese de fatores de coagulação pelo fígado).
Enquanto o MELD é um escore contínuo baseado em parâmetros laboratoriais objetivos e é primariamente usado para transplante, o Child-Pugh é um escore categórico que inclui parâmetros clínicos (ascite, encefalopatia) e laboratoriais (albumina, bilirrubina, INR) para classificar a gravidade da cirrose.
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