UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas — Prova 2015
Com relação à dequitação da placenta, o mecanismo de Baudelocque-Duncan caracteriza-se por, EXCETO:
Mecanismo de Baudelocque-Duncan → separação periférica, face materna na vulva, sangramento ANTES da saída.
O mecanismo de Baudelocque-Duncan é caracterizado pela separação placentária que se inicia na periferia, resultando na apresentação da face materna da placenta na vulva. Diferente do mecanismo de Schultze, o sangramento tende a ser anterior ou concomitante à saída da placenta, e não posterior.
A dequitação da placenta é a fase final do terceiro período do parto, crucial para a prevenção da hemorragia pós-parto. Compreender seus mecanismos fisiológicos é fundamental para a prática obstétrica. Existem dois mecanismos principais: Schultze e Baudelocque-Duncan, sendo o primeiro o mais frequente e considerado o mais fisiológico devido à menor perda sanguínea aparente. O mecanismo de Baudelocque-Duncan caracteriza-se pela separação placentária que se inicia na periferia, resultando na inversão da placenta ao sair, expondo a face materna na vulva. Este processo é frequentemente associado a um sangramento que precede ou ocorre concomitantemente à saída da placenta, pois o sangue acumulado entre a placenta e o útero não fica retido. Para residentes, é vital diferenciar esses mecanismos para uma avaliação adequada do pós-parto imediato. A identificação correta ajuda a monitorar a perda sanguínea e a intervir se houver sinais de retenção placentária ou hemorragia excessiva, garantindo a segurança da puérpera.
Os dois principais mecanismos são o de Schultze (mais comum, separação central, face fetal na vulva, sangramento posterior) e o de Baudelocque-Duncan (separação periférica, face materna na vulva, sangramento anterior/concomitante).
No Baudelocque-Duncan, a separação é periférica, a face materna da placenta aparece na vulva e o sangramento é anterior à saída. No Schultze, a separação é central, a face fetal aparece e o sangramento é posterior.
Reconhecer o mecanismo ajuda a entender a fisiologia do terceiro período do parto e a identificar precocemente possíveis complicações, como hemorragias, que podem ter apresentações distintas dependendo do tipo de dequitação.
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