IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2015
Em relação ao mecanismo de ação da contracepção de emergência (levonorgestrel 1,5 mg em dose única), é incorreto afirmar que, na:
Levonorgestrel CE → Inibe/retarda ovulação. NÃO impede implantação após fertilização.
O principal mecanismo de ação do levonorgestrel na contracepção de emergência é a inibição ou o retardo da ovulação, especialmente quando administrado antes do pico de LH. Ele não é eficaz após a implantação do óvulo fertilizado no endométrio, e seu efeito sobre a implantação é considerado mínimo ou inexistente em humanos.
A contracepção de emergência (CE) com levonorgestrel é um método crucial para prevenir a gravidez após uma relação sexual desprotegida ou falha de outro método contraceptivo. É fundamental que profissionais de saúde compreendam seu mecanismo de ação para orientar corretamente as pacientes e desmistificar informações incorretas. O levonorgestrel 1,5 mg em dose única é o regime mais comum e eficaz, devendo ser administrado o mais rápido possível após o coito, idealmente nas primeiras 72 horas. O principal mecanismo de ação do levonorgestrel é a inibição ou o retardo da ovulação. Ele interfere no processo de maturação folicular e na liberação do hormônio luteinizante (LH), impedindo que o óvulo seja liberado do ovário. Além disso, pode causar alterações no muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides. É importante ressaltar que o levonorgestrel não é um agente abortivo; ele não interrompe uma gravidez já estabelecida e não impede a implantação de um óvulo já fertilizado. Para residentes, é essencial saber que a eficácia da CE diminui com o tempo e que ela não oferece proteção contra futuras relações sexuais. A orientação sobre métodos contraceptivos regulares e a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) deve sempre acompanhar a prescrição da contracepção de emergência.
O principal mecanismo de ação do levonorgestrel é a inibição ou o retardo da ovulação. Ele atua interferindo no pico de LH, impedindo a liberação do óvulo ou atrasando-o, o que impede a fertilização se a relação sexual ocorreu antes da ovulação.
Não, o levonorgestrel não é considerado um agente que impede a implantação de um óvulo já fertilizado. Seu efeito sobre o endométrio para dificultar a implantação é mínimo ou inexistente em humanos, e sua eficácia é primariamente pré-ovulatória.
O levonorgestrel é mais eficaz quando administrado na primeira fase do ciclo menstrual, antes da ovulação. Sua eficácia diminui significativamente se a ovulação já ocorreu ou se a fertilização já se deu, pois seu mecanismo principal é impedir a liberação do óvulo.
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