UFAL/HUPAA - Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (AL) — Prova 2021
Em mulheres usuárias de anticoncepcional combinado oral, hormônio X age inibindo o pico do Y, evitando a seleção e crescimento do folículo dominante. Nesta assertiva, X e Y correspondem respectivamente a
ACO combinado: Estradiol inibe FSH → impede seleção folicular; Progesterona inibe LH → impede ovulação.
O componente estrogênico (etinilestradiol) dos anticoncepcionais orais combinados é o principal responsável pela supressão do FSH, que é crucial para o desenvolvimento folicular. A inibição do pico de FSH impede a seleção e o crescimento do folículo dominante, um dos mecanismos contraceptivos.
Os anticoncepcionais orais combinados (ACOs) são um dos métodos contraceptivos mais utilizados, com alta eficácia quando usados corretamente. Sua importância clínica reside na prevenção da gravidez, regulação do ciclo menstrual e tratamento de diversas condições ginecológicas, como dismenorreia e endometriose. Compreender seu mecanismo de ação é fundamental para a prática médica. O mecanismo de ação dos ACOs envolve a supressão do eixo hipotálamo-hipófise-ovário. O componente estrogênico (geralmente etinilestradiol) atua principalmente inibindo a secreção de FSH, impedindo o desenvolvimento folicular e a seleção do folículo dominante. O componente progestagênico inibe o pico de LH, essencial para a ovulação, além de tornar o muco cervical espesso e hostil à passagem de espermatozoides e atrofiar o endométrio. A escolha do ACO deve considerar o perfil da paciente, comorbidades e efeitos colaterais. A adesão é crucial para a eficácia. Residentes devem dominar os diferentes tipos de ACOs, suas indicações, contraindicações e manejo de efeitos adversos, garantindo uma contracepção segura e eficaz.
O estrogênio presente nos anticoncepcionais orais combinados inibe principalmente a secreção de FSH (Hormônio Folículo Estimulante) pela hipófise.
A inibição do FSH impede o recrutamento, seleção e crescimento do folículo dominante no ovário, essencial para a ovulação, tornando a concepção improvável.
A progesterona nos ACOs atua inibindo o pico de LH (Hormônio Luteinizante), prevenindo a ovulação, e também altera o muco cervical e o endométrio.
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