HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2020
Uma placenta que ao ultrassom apresenta compartimentação pela presença de calcificação da placa basal à coriônica é uma placenta de grau:
Placenta grau III = calcificação da placa basal à coriônica, com compartimentação completa dos cotilédones.
A classificação de Grannum avalia a maturidade placentária por ultrassom. Uma placenta grau III é caracterizada por calcificações que se estendem da placa basal até a placa coriônica, criando compartimentos nos cotilédones. Este grau indica uma placenta madura, geralmente observada no final da gestação.
A avaliação da maturidade placentária por ultrassonografia é uma ferramenta utilizada na obstetrícia para estimar o grau de envelhecimento da placenta, conforme a classificação de Grannum. Essa classificação divide a placenta em quatro graus (0, I, II e III) com base nas alterações ecográficas da placa coriônica, substância placentária e placa basal, principalmente relacionadas à presença e extensão de calcificações. A placenta grau III representa o estágio mais avançado de maturidade. É caracterizada por calcificações que se estendem da placa basal até a placa coriônica, formando septos que compartimentam os cotilédones. A placa coriônica também apresenta indentação profunda. Este grau é tipicamente observado no final da gestação, a partir de 37 semanas. Para residentes, é importante saber identificar os diferentes graus de maturidade placentária, mas também compreender que o grau isolado da placenta não é um preditor primário de sofrimento fetal. Sua interpretação deve ser feita em conjunto com outros parâmetros de vitalidade fetal e crescimento, como o perfil biofísico fetal, dopplerfluxometria e avaliação do crescimento, especialmente se um grau III for observado precocemente na gestação.
A placenta grau III é caracterizada por calcificações que se estendem da placa basal até a placa coriônica, criando compartimentos completos nos cotilédones. A placa coriônica também apresenta indentação profunda.
A classificação da maturidade placentária reflete o envelhecimento placentário. Embora uma placenta grau III seja comum no termo, seu aparecimento precoce pode, em alguns casos, estar associado a condições como restrição de crescimento intrauterino ou pré-eclâmpsia, necessitando de avaliação adicional.
A placenta grau I apresenta pequenas calcificações dispersas na placa coriônica e na substância placentária. A placenta grau II tem calcificações mais proeminentes na placa coriônica e na substância placentária, com indentação leve da placa coriônica, mas sem atingir a placa basal.
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