Hospital do Açúcar - Maceió (AL) — Prova 2015
São características da Mastite Lactacional, EXCETO:
Mastite lactacional: S. aureus, 2-4 semanas pós-parto, via ascendente (não hematogênica).
A mastite lactacional é uma infecção comum no puerpério, geralmente causada por Staphylococcus aureus, que se desenvolve entre a 2ª e 4ª semana pós-parto. A via de contaminação mais comum é ascendente, através de fissuras mamilares, e não hematogênica.
A mastite lactacional é uma condição inflamatória da mama que pode ou não estar associada a uma infecção, sendo mais comum durante o período de amamentação. Geralmente, ocorre entre a 2ª e 4ª semana pós-parto, mas pode surgir em qualquer momento da lactação. É uma causa frequente de dor e desconforto para a puérpera, podendo levar à interrupção precoce da amamentação se não for adequadamente manejada. A etiologia mais comum da mastite infecciosa é bacteriana, com o Staphylococcus aureus sendo o agente predominante em aproximadamente 95% dos casos. A via de contaminação é tipicamente ascendente: bactérias presentes na pele do bebê ou da mãe, ou na orofaringe do lactente, entram na mama através de fissuras ou lesões no mamilo, ou mesmo por ductos lactíferos abertos. A estase láctea, causada por mamadas ineficazes ou infrequentes, é um fator predisponente importante, pois favorece a proliferação bacteriana. Os sintomas incluem dor, calor, rubor e inchaço em uma área da mama, frequentemente acompanhados de febre, calafrios e mal-estar geral. O tratamento envolve a manutenção da amamentação (ou esvaziamento da mama), antibioticoterapia adequada (geralmente cobrindo S. aureus) e medidas de suporte como analgésicos e compressas. A não resolução ou piora do quadro pode indicar a formação de um abscesso mamário, que requer drenagem. É crucial diferenciar a mastite infecciosa da ingurgitamento mamário ou ducto obstruído, que não necessitam de antibióticos.
O principal agente etiológico da mastite lactacional é o Staphylococcus aureus, responsável por cerca de 95% dos casos.
A via de contaminação mais comum é a ascendente, através de fissuras ou lesões no mamilo, que permitem a entrada de bactérias da orofaringe do bebê ou da pele da mãe para os ductos mamários.
A principal complicação da mastite lactacional é a formação de abscesso mamário, que requer drenagem cirúrgica além da antibioticoterapia.
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