Massa Anexial Complexa: Abordagem em Mulheres Jovens

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2019

Enunciado

Mulher, 38 anos, assintomática, nuligesta, com desejo reprodutivo, traz à consulta um exame ultrassonográfico com imagem de massa cística e sólida em anexo direito de 10 cm de diâmetro, com aumento da vascularização no componente sólido de 5 cm e na septação de 2 cm. As dosagens de marcadores são: Alfa-Fetoproteína (AFP) = 8μg/ml (VR = até 7,0 μg/L); CA 125 = 46,8 U/ml (VR = até 35 U/ml); CA 19.9 = 5,2 U/ml (VR = até 37 U/ml); antígeno carcinoembrionário (CEA) = 0,8 μg/L (VR = até 3,0 μg/L). Legenda: VR = Valor de Referência. Qual melhor conduta diante desse caso?

Alternativas

  1. A) Ooforoplastia laparoscópica sem necessidade de congelação, devido à idade e ao baixo risco de malignidade.
  2. B) Salpingooforectomia bilateral com histerectomia e linfadenectomia laparotômica com estadiamento para câncer de ovário.
  3. C) Salpingooforectomia unilateral laparoscópica com congelação, prosseguindo com linfadenectomia, histerectomia e anexectomia contralateral se malignidade.
  4. D) Repetição da ultrassonografia em 6 meses, pois as caraterísticas de malignidade são baixas de acordo com os critérios de IOTA (International Ovarian Tumor Analysis).

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