HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2020
Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019. A Máscara laríngea é de fácil inserção, uma vez que não necessita de visualização direta. Sendo adequado que:
Máscara laríngea: tamanho pelo peso, checar posicionamento PÓS insuflar cuff (ausculta).
A máscara laríngea é um dispositivo supraglótico de fácil inserção, útil no manejo da via aérea em situações de emergência, como a RCP. Seu tamanho é determinado pelo peso do paciente. Após a inserção e insuflação do cuff, a confirmação do posicionamento correto é essencial e deve ser feita pela ausculta pulmonar bilateral e epigástrica, além da observação da elevação torácica.
A máscara laríngea é um dispositivo supraglótico amplamente utilizado no manejo da via aérea em diversas situações clínicas, incluindo a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Sua principal vantagem reside na facilidade e rapidez de inserção, que não exige visualização direta das cordas vocais, tornando-a uma ferramenta valiosa para profissionais menos experientes em intubação orotraqueal ou em cenários de via aérea difícil. A seleção do tamanho adequado da máscara laríngea é crucial para garantir um selamento eficaz e uma ventilação pulmonar adequada, sendo determinada principalmente pelo peso do paciente, conforme tabelas padronizadas. Após a inserção e insuflação do cuff, a confirmação do posicionamento é um passo mandatório. Isso é feito pela ausculta pulmonar bilateral para verificar a simetria da ventilação, ausculta epigástrica para excluir ventilação gástrica, e observação da elevação torácica. A capnografia é o método mais confiável para confirmar a ventilação pulmonar. O uso correto da máscara laríngea minimiza complicações como aspiração pulmonar, ventilação inadequada e trauma de via aérea. As diretrizes de RCP enfatizam a importância de um manejo eficaz da via aérea para otimizar a oxigenação e ventilação durante a parada cardíaca, e a máscara laríngea representa uma alternativa segura e eficaz quando a intubação orotraqueal não é prontamente viável.
A máscara laríngea é mais fácil e rápida de inserir, não requer visualização direta das cordas vocais e tem menor risco de trauma de via aérea. É uma alternativa eficaz para o manejo da via aérea em situações onde a intubação orotraqueal é difícil ou não pode ser realizada prontamente.
O tamanho da máscara laríngea é determinado principalmente pelo peso do paciente. Existem tabelas específicas que correlacionam o peso corporal com o tamanho adequado da máscara, garantindo um selamento eficaz e minimizando complicações.
Após a inserção e insuflação do cuff, o posicionamento correto é confirmado pela ausculta pulmonar bilateral (para verificar entrada de ar simétrica), ausculta epigástrica (para descartar ventilação gástrica), observação da elevação torácica e, idealmente, pela capnografia para detecção de CO2 expirado.
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