SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2024
A respeito da hepatite B, assinale a alternativa correta.
HBsAg positivo = infecção ativa por VHB (aguda ou crônica); HBeAg = alta replicação e transmissibilidade.
A infecção aguda pelo VHB é frequentemente assintomática, e o HBsAg é o principal marcador de infecção ativa, presente tanto na fase aguda quanto crônica. O HBeAg indica replicação viral ativa e alta infectividade, sendo crucial para avaliar a transmissibilidade e a necessidade de tratamento.
A hepatite B é uma infecção viral do fígado causada pelo Vírus da Hepatite B (VHB), que pode levar a quadros agudos ou crônicos, com risco de cirrose e carcinoma hepatocelular. A infecção aguda é frequentemente assintomática, o que dificulta o diagnóstico precoce. Os marcadores sorológicos são fundamentais para o diagnóstico e acompanhamento. O Antígeno de Superfície da Hepatite B (HBsAg) é o principal marcador de infecção ativa, presente tanto na fase aguda quanto crônica. O Antígeno "e" da Hepatite B (HBeAg) indica replicação viral ativa e alta transmissibilidade, sendo um preditor importante de progressão da doença e resposta ao tratamento. A transmissão vertical (mãe-filho) é uma via de contágio de grande importância, especialmente em regiões de alta endemicidade, pois a infecção perinatal tem alta probabilidade de cronificar. A prevenção é crucial e inclui a vacinação neonatal universal e a administração de imunoglobulina anti-hepatite B (HBIG) para recém-nascidos de mães HBsAg positivas, idealmente nas primeiras 12 horas de vida, para reduzir drasticamente o risco de infecção crônica. A replicação do VHB ocorre primariamente nos hepatócitos.
O HBsAg (Antígeno de Superfície da Hepatite B) é o principal marcador sorológico da infecção ativa pelo VHB. Sua presença indica que o indivíduo está infectado, seja na fase aguda ou crônica da doença.
O HBeAg (Antígeno "e" da Hepatite B) é um marcador de replicação viral ativa e alta infectividade. Sua presença sugere que o vírus está se replicando ativamente e que o paciente tem maior probabilidade de transmitir a infecção.
A transmissão vertical (mãe para filho, principalmente no parto) é uma via de contágio muito relevante, especialmente para o desenvolvimento de hepatite B crônica na criança. A prevenção envolve a vacinação neonatal e a administração de imunoglobulina anti-hepatite B (HBIG) em recém-nascidos de mães HBsAg positivas, idealmente nas primeiras 12 horas de vida.
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