HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2015
É considerado marcador biológico da ovulação:
Marcador biológico da ovulação → dosagem de progesterona ou endométrio secretor na fase lútea.
O endométrio secretor é uma característica da fase lútea do ciclo menstrual, que ocorre após a ovulação, sob influência da progesterona. A dosagem de progesterona sérica (geralmente no meio da fase lútea) é o marcador mais direto da ocorrência de ovulação.
A ovulação é um evento crucial no ciclo menstrual feminino, marcando a liberação de um óvulo maduro do ovário. A identificação de marcadores biológicos da ovulação é fundamental para o diagnóstico e tratamento da infertilidade, bem como para o planejamento familiar. O ciclo menstrual é dividido em fase folicular, ovulação e fase lútea. Após a ovulação, o folículo rompido se transforma em corpo lúteo, que passa a produzir progesterona. É a progesterona que induz as alterações no endométrio, tornando-o secretor e receptivo à implantação. A dosagem de progesterona sérica, realizada geralmente no 21º dia de um ciclo de 28 dias (ou 7 dias antes da menstruação esperada), é o método mais confiável para confirmar a ovulação. Níveis de progesterona acima de 3 ng/mL são indicativos de ovulação. A alternativa 'Endométrio secretor no décimo terceiro dia do ciclo' é problemática, pois o 13º dia é geralmente pré-ovulatório ou no dia da ovulação, onde o endométrio ainda estaria proliferativo. No entanto, se interpretarmos que a questão busca um marcador da fase pós-ovulatória (fase lútea), o endométrio secretor é o correto. A dosagem de progesterona é o marcador mais direto.
A dosagem de progesterona sérica é o principal marcador hormonal. Níveis elevados de progesterona (geralmente > 3 ng/mL) na metade da fase lútea confirmam a ocorrência da ovulação.
Após a ovulação, sob a influência da progesterona produzida pelo corpo lúteo, o endométrio entra na fase secretora, preparando-se para a implantação do embrião com glândulas e vasos sanguíneos mais desenvolvidos.
Outros métodos incluem a medição da temperatura basal (aumento pós-ovulação), testes de LH urinário (detectam o pico pré-ovulatório) e ultrassonografia seriada para acompanhar o crescimento folicular e o desaparecimento do folículo dominante.
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