SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2022
A manobra de Pringle pode ser usada no controle hemorrágico da cirurgia hepática através da compressão extrínseca do pedículo biliar, que contém os vasos responsáveis por irrigar o parênquima hepático. Se houver compressão extrínseca somente do segmento arterial hepático, excluindo a veia porta, é esperado que a oxigenação hepática diminua, aproximadamente, de:
Fígado recebe 75% fluxo sanguíneo da veia porta (nutrição) e 25% da artéria hepática (oxigenação). Compressão APENAS artéria hepática ↓ oxigenação em 35-50%.
O fígado possui um suprimento sanguíneo dual: a veia porta fornece cerca de 75% do fluxo sanguíneo total e a maior parte dos nutrientes, enquanto a artéria hepática fornece os 25% restantes do fluxo, mas é responsável por aproximadamente 50% da oxigenação hepática. Portanto, a compressão seletiva da artéria hepática reduz significativamente a oxigenação do parênquima.
A manobra de Pringle é uma técnica cirúrgica fundamental para o controle hemorrágico em cirurgias hepáticas, envolvendo a compressão extrínseca do pedículo hepático (ou pedículo biliar), que contém a artéria hepática, a veia porta e o ducto biliar. Essa compressão temporária reduz o fluxo sanguíneo para o fígado, permitindo um campo cirúrgico mais limpo e seguro para ressecções ou reparos. O fígado possui um suprimento sanguíneo dual único: cerca de 75% do fluxo total provém da veia porta, que carrega sangue rico em nutrientes do trato gastrointestinal, e os 25% restantes vêm da artéria hepática, que fornece sangue arterial oxigenado. Embora a veia porta contribua com a maior parte do fluxo, a artéria hepática é responsável por aproximadamente 50% da oxigenação do parênquima hepático. Portanto, se houver compressão seletiva apenas do segmento arterial hepático, excluindo a veia porta, a oxigenação hepática diminuirá significativamente, em torno de 35% a 50%. É crucial entender essa fisiologia para prever os efeitos da isquemia durante a cirurgia e para manejar adequadamente o tempo de clampeamento e os períodos de reperfusão, minimizando o risco de lesão hepática.
A manobra de Pringle é a compressão do pedículo hepático (que contém a artéria hepática, veia porta e ducto biliar) para controlar o sangramento durante a cirurgia hepática, reduzindo o fluxo sanguíneo para o fígado.
Embora a veia porta forneça a maior parte do fluxo sanguíneo (75%), a artéria hepática, que contribui com cerca de 25% do fluxo, é responsável por aproximadamente 50% da oxigenação hepática.
A compressão prolongada pode levar à isquemia hepática, disfunção hepática pós-operatória e, em casos extremos, necrose, especialmente em fígados já comprometidos.
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