Santa Casa de São Carlos (SP) — Prova 2025
Na manobra de Pringle, é realizado o clampeamento do ligamento hepatoduodenal, ocluindo as seguintes estruturas:
Manobra de Pringle → Clampeamento do ligamento hepatoduodenal = Colédoco, veia porta e artéria hepática própria.
A manobra de Pringle é essencial no controle de hemorragias hepáticas, visando ocluir as principais estruturas vasculares e biliares que compõem o pedículo hepático, permitindo um campo cirúrgico mais seguro para reparo.
A manobra de Pringle é um procedimento cirúrgico fundamental, especialmente em casos de trauma hepático ou ressecções, visando controlar hemorragias. Consiste no clampeamento do ligamento hepatoduodenal, que contém as principais estruturas vasculares e biliares que irrigam e drenam o fígado. É uma técnica de controle de danos vital para a sobrevida do paciente em situações de sangramento maciço. Anatomicamente, o ligamento hepatoduodenal, parte do omento menor, abriga a tríade portal: a veia porta, a artéria hepática própria e o ducto colédoco. O clampeamento dessas estruturas interrompe temporariamente o fluxo sanguíneo para o fígado, permitindo que o cirurgião identifique e repare a fonte do sangramento com maior visibilidade e segurança. É importante monitorar o tempo de isquemia hepática para evitar lesões por reperfusão. A compreensão precisa das estruturas envolvidas e da técnica correta é crucial para residentes de cirurgia. O conhecimento da anatomia do pedículo hepático e das implicações fisiológicas do clampeamento são pontos-chave para a prática segura e eficaz, garantindo o manejo adequado de emergências hepáticas e procedimentos eletivos complexos.
A manobra de Pringle é o clampeamento do ligamento hepatoduodenal para controlar o sangramento hepático, ocluindo as estruturas do pedículo hepático.
As estruturas ocluídas são o ducto colédoco, a veia porta e a artéria hepática própria, que formam a tríade portal.
É crucial para reduzir o fluxo sanguíneo para o fígado durante cirurgias, minimizando a perda de sangue em casos de trauma ou ressecções hepáticas, permitindo um campo operatório mais seguro.
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