HSLRP - Hospital São Luiz Rede D'Or Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
Na manobra de Pringle, é realizado o clampeamento do ligamento hepatoduodenal, ocluindo as seguintes estruturas:
Manobra de Pringle = clampeamento ligamento hepatoduodenal → oclui colédoco, veia porta e artéria hepática própria.
A manobra de Pringle é uma técnica cirúrgica utilizada para controlar o sangramento hepático, clampeando o ligamento hepatoduodenal. Este ligamento contém a tríade portal: o ducto colédoco, a veia porta e a artéria hepática própria, que são as principais estruturas vasculares e biliares que entram no fígado.
A manobra de Pringle é uma técnica cirúrgica fundamental no manejo de sangramentos hepáticos, seja em casos de trauma ou durante ressecções cirúrgicas. Ela consiste no clampeamento do ligamento hepatoduodenal, uma estrutura anatômica que forma a margem livre do omento menor. Dentro do ligamento hepatoduodenal, encontram-se as três principais estruturas que compõem a tríade portal: o ducto colédoco (anterior e à direita), a artéria hepática própria (anterior e à esquerda) e a veia porta (posterior). Ao clampear este ligamento, o fluxo sanguíneo para o fígado é temporariamente interrompido, permitindo ao cirurgião controlar a hemorragia e realizar procedimentos com maior segurança. É crucial que o cirurgião conheça a anatomia dessas estruturas para realizar a manobra corretamente e evitar lesões iatrogênicas. A manobra de Pringle é uma medida eficaz para reduzir a perda sanguínea, mas deve ser utilizada com cautela e por períodos limitados para evitar isquemia hepática significativa, sendo frequentemente realizada de forma intermitente para permitir a reperfusão do órgão.
A manobra de Pringle tem como finalidade reduzir o fluxo sanguíneo para o fígado, controlando hemorragias durante ressecções hepáticas ou traumas, ao ocluir a tríade portal.
A manobra pode ser realizada de forma intermitente por períodos de 15 a 20 minutos, com intervalos de reperfusão de 5 minutos, para minimizar o risco de isquemia hepática.
Os riscos incluem isquemia hepática, lesão do ducto biliar, lesão da veia porta ou artéria hepática, e reperfusão-lesão após a liberação do clampeamento.
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