UFCG/HUAC - Hospital Universitário Alcides Carneiro - Campina Grande (PB) — Prova 2020
Entende- se por manobra de Kocher:
Manobra de Kocher = mobilização do duodeno e cabeça do pâncreas para exposição retroperitoneal.
A manobra de Kocher é um procedimento cirúrgico que envolve a mobilização do duodeno e da cabeça do pâncreas, permitindo o acesso e a visualização das estruturas retroperitoneais posteriores a eles, como a veia cava inferior e a aorta.
A manobra de Kocher é um procedimento cirúrgico fundamental na cirurgia abdominal, especialmente em abordagens do pâncreas, duodeno e vias biliares. Ela consiste na mobilização do duodeno, que é uma estrutura predominantemente retroperitoneal, permitindo a visualização e o acesso às estruturas localizadas posteriormente a ele. Anatomicamente, o duodeno, exceto sua primeira porção, é retroperitoneal. A manobra de Kocher envolve a incisão do peritônio lateral à segunda porção do duodeno e a dissecção romba, permitindo que o duodeno e a cabeça do pâncreas sejam deslocados medialmente. Isso expõe a veia cava inferior, a aorta, os vasos renais e outras estruturas retroperitoneais importantes. Dominar a manobra de Kocher é crucial para residentes de cirurgia, pois ela é empregada em diversas situações, como na cirurgia de Whipple para câncer de pâncreas, no manejo de trauma duodenal ou pancreático, e na exploração das vias biliares. O conhecimento preciso da anatomia e da técnica minimiza riscos e otimiza o resultado cirúrgico.
A manobra de Kocher é um procedimento cirúrgico que consiste na incisão do peritônio lateral ao duodeno, permitindo sua mobilização medial e exposição das estruturas retroperitoneais posteriores.
Ela é utilizada para expor a face posterior do duodeno, a cabeça do pâncreas, a veia cava inferior, a aorta e outras estruturas retroperitoneais, sendo fundamental em cirurgias de pâncreas, vias biliares e trauma duodenal.
A manobra expõe principalmente a segunda e terceira porções do duodeno, a cabeça do pâncreas, a veia cava inferior, a aorta e os vasos renais, facilitando o acesso cirúrgico a essas áreas.
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