SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2025
A manobra de Bracht na apresentação pélvica é utilizada para o desprendimento do polo
Manobra de Bracht no parto pélvico → desprendimento do polo cefálico e cintura escapular.
A manobra de Bracht é uma técnica de assistência ao parto pélvico, utilizada após o desprendimento do tronco fetal, para auxiliar na saída da cintura escapular e, principalmente, da cabeça do bebê, minimizando riscos de lesões.
O parto pélvico, embora menos comum atualmente devido à preferência pela cesariana em muitos casos, ainda pode ocorrer e exige do obstetra conhecimento e habilidade em manobras específicas para garantir a segurança materno-fetal. A apresentação pélvica ocorre quando o polo pélvico do feto se apresenta na bacia materna, e a assistência a esse tipo de parto requer uma abordagem cuidadosa para evitar complicações. A manobra de Bracht é uma das técnicas utilizadas para auxiliar no desprendimento do feto em apresentação pélvica. Ela é aplicada quando o corpo do bebê já está exteriorizado até a altura do umbigo, e o objetivo é facilitar a saída da cintura escapular e, principalmente, do polo cefálico, que é a parte mais crítica. A manobra consiste em segurar o tronco fetal com as mãos, mantendo-o próximo ao abdome materno, e realizar uma rotação e elevação suave para que a cabeça fetal se desprenda por flexão. É fundamental que o profissional de saúde esteja familiarizado com as indicações e contraindicações do parto pélvico vaginal, bem como com as diversas manobras obstétricas (como Bracht, Mauriceau, Piper) para cada etapa do desprendimento. O treinamento e a experiência são cruciais para o sucesso e a minimização de traumas maternos e fetais, garantindo um desfecho favorável mesmo em situações desafiadoras.
A manobra de Bracht é realizada após o desprendimento do tronco fetal até a altura do umbigo, quando o corpo do bebê já está parcialmente exteriorizado, para auxiliar na saída dos ombros e da cabeça.
O objetivo principal é promover o desprendimento controlado e seguro do polo cefálico e da cintura escapular, que são as partes mais volumosas e podem causar distocia no parto pélvico.
Os riscos incluem prolapso de cordão, lesões fetais (ósseas, nervosas), asfixia e distocia de ombro/cabeça. Manobras como Bracht, Mauriceau e Piper visam guiar o feto através do canal de parto de forma a reduzir esses riscos.
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