MESS Score 8: Quando a Amputação Salva Vidas no Trauma

Faculdade de Medicina de Marília — Prova 2019

Enunciado

Mulher, 76 anos, foi atropelada por moto ao atravessar a rua. Atendida pelo resgate, colocado colar cervical, tamponamento das lesões sangrantes das pernas, foi posicionada em prancha rígida. Chega ao pronto-socorro inconsciente, em choque hipovolêmico e com ausência de pulsos distais em membro inferior direito, como mostrado na foto a seguir. Foi intubada e iniciou-se reposição volêmica, inicialmente, com Ringer lactato aquecido e, posteriormente, com sangue. Realizou-se tomografia de corpo inteiro, que não mostrou lesões cirúrgicas cerebrais, torácicas ou abdominais. Pelve estável e sem fraturas. Fratura de tíbia direita. Após a reposição volêmica indicada, não houve melhora da perfusão distal do membro inferior direito e calculou-se o MESS (Mangled Extremity Severity Score – Escore de Gravidade em Extremidade Mutilada) cujo resultado foi de 8.A melhor próxima conduta baseada nessa escala de gravidade de membros é a

Alternativas

  1. A) amputação supra patelar direita.
  2. B) limpeza das lesões dos membros inferiores com reconstrução muscular e fechamento primário da pele e goteira gessada.
  3. C) limpeza local com clorexedine, hemostasia local, fixador externo da fratura de tíbia direita, curativo com algodão ortopédico e faixa.
  4. D) arteriografia por punção da artéria femoral direita e shunt arterial poplítea-tibial posterior direito e curativo à vácuo em membro inferior direito.

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