CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2025
Em relação à manutenção de vias aéreas durante procedimentos anestésicos, é correto afirmar que:
Máscara laríngea = cirurgias curtas + baixo risco de aspiração; não protege contra regurgitação.
A máscara laríngea é um dispositivo supraglótico seguro para procedimentos eletivos de curta duração em pacientes em jejum, mas não substitui a IOT em casos de risco de aspiração.
O manejo das vias aéreas é a competência central da anestesiologia. A escolha entre máscara facial, dispositivos supraglóticos (como a máscara laríngea) e intubação traqueal depende do tempo cirúrgico, do estado de jejum do paciente e das comorbidades. A máscara laríngea revolucionou a prática ao oferecer uma alternativa menos invasiva que a IOT, com menor incidência de dor de garganta e tosse no despertar, embora exija seleção criteriosa do paciente para evitar a broncoaspiração.
A máscara laríngea (ML) é preferível em cirurgias de curta duração, em pacientes com baixo risco de aspiração gástrica e quando se deseja evitar o estímulo adrenérgico da laringoscopia. É um dispositivo supraglótico que permite ventilação espontânea ou controlada, sendo também uma ferramenta essencial no algoritmo de via aérea difícil 'não consigo ventilar, não consigo intubar'.
Não. Diferente do tubo orotraqueal com cuff insuflado abaixo das cordas vocais, a ML não isola a traqueia do esôfago de forma absoluta. Portanto, é contraindicada em pacientes com risco de aspiração (estômago cheio, DRGE grave, obstrução intestinal).
A ventilação com máscara facial é técnica-dependente, pode causar fadiga do operador em tempos prolongados, aumenta o risco de insuflação gástrica e não protege a via aérea, sendo geralmente reservada para indução ou procedimentos curtíssimos.
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