Trauma Grave: Prioridade na Intubação Orotraqueal

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2017

Enunciado

Paciente, 57 anos, masculino, chega ao PS trazido pelo SAMU em prancha, com imobilizador cervical, talas móveis em membros superior e inferior direito e com 2 acessos venosos periféricos calibrosos com solução de Ringer. Ao exame: escala de coma de Glasgow = 6; saturação = 88% em máscara de Venturi 50%; pressão arterial = 110 x 60 mmHg; frequência cardíaca = 138 bpm; escoriações em tórax, com crepitações em arcos costais à direita; fraturas de úmero e de fêmur à direita. História de ejeção do veículo após colisão. A primeira medida a ser tomada pelo médico, após avaliação inicial desse doente, é realizar:

Alternativas

  1. A) Intubação orotraqueal.
  2. B) Imobilização de fratura do fêmur.
  3. C) Acesso venoso central em veia subclávia direita.
  4. D) Retirada de colar cervical.

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